Veja tudo o que você precisa saber sobre o Nintendo Switch – Parte 1.

A Nintendo conseguiu deixar seus fãs de longa data ansiosos com a revelação do Nintendo Switch no final de 2016, mas só agora é que aconteceu a revelação detalhada de tudo que esse novo console oferece e dos seus potenciais para o futuro. Eu iria escrever um resumo da apresentação do Switch, mas encontrei uma matéria do site geek.com completíssima, onde os caras ainda falam da primeira experiência que tiveram experimentando o console. Achei que a coisa ficaria mais completa para vocês com a tradução dessa matéria. Divirtam-se!

Tudo o que você precisa saber sobre o Nintendo Switch

O futuro da Nintendo é agora. Assista a live do Nintendo Switch e fique sabendo tudo o que você poderia querer a respeito desse lançamento híbrido entre console e handheld.

Como é a experiência de jogar no Nintendo Switch?

Bem, considerando a variedade de maneiras que existem para se interagir com o sistema, demora um pouco mais para se acostumar do que você imaginaria. Entretanto, depois de três horas diretas com ele, deu para ter uma boa ideia.

Se você for um gamer antiquado, que não quer se incomodar com as mudanças e atualizações nos controles, deixe o Switch no dock e pegue o Pro Controller. Apesar da aparência estranha com o plástico translúcido, o Pro Controller é bem tradicional e dá uma sensação robusta ao mesmo tempo que confortável, o que você já devia esperar só de ver o preço dele. Você pode, facilmente, destrinchar vários combos violentos do Ken em Ultra Street Fighter II, ou fazer migalhas dos seus amigos no novo Super Bomberman, da Konami.

Entretanto, a pergunta que mais precisa ser respondida é de como é a sensação de tirar um pedaço do console e usar o Joy-Con? Novamente, depende do jogo. Usar o Joy-con encaixado no Pro Grip dá uma sensação bem parecida com o uso de um controle comum, só que bem mais leve. Eu preferi abandonar o apoio inteiramente e segurar o Joy-Con livremente, como um controle do Wii. Isso fez com que de Legend of Zelda: Breath of the Wild ficasse muito mais confortável de se jogar, em comparação com a versão apresentada na E3 para Wii U.

Usar o Joy-Con individualmente é para quando a situação fica mais complicada. Segurar um de lado, encaixando aquela faixa para que seu controle não saia voando, faz com que ele fique maior do que eu imaginei, mas ainda assim, muito menor do que o normal. Dito isso, controlar um jogo de plataforma 2D como o – surpreendentemente bom – Sonic Mania, ou até mesmo um jogo de corrida como o – agora aperfeiçoado – Mario Kart 8 Deluxe, não é problema.

Agora, as coisas começaram a ficar verdadeiramente estranhas quando nos pediram para usar a vasta coleção de de recursos extras do controle. O jogo de luta que faz você se esticar todo, Arms, é visualmente agradável e o seu gameplay, que é basicamente uma versão mais elaborada de Wii Boxing, é intrigante. Eu senti que precisava de mais tempo para aprender as sutilezas dos controles de movimento. Acredito que isso seja melhor do que ter controles sem profundidade nenhuma.

Outra situação onde o controle de movimento do Joy-Con foi evidenciado, foi com a apresentação do 1 2 Switch. Os minijogos contidos nele combinam esperteza e absurdo, de uma maneira que me fez desejar que o jogo tivesse sido desenvolvido pela WarioWare. Nele, você pode usar o Joy-Con para tudo, inclusive: ordenhar uma vaca, comer um sanduíche, atirar nos seus amigos, manipular uma espada e até adivinhar o número de objetos que você está segurando! Eu e o expert team Will Greenwald criamos laços através desse jogo. Não fazer desse título algo que já vem acompanhando o console parece um erro.

O que me impressionou mais sobre o Nintendo Switch foi a sensação fantástica de usá-lo como aparelho portátil. Mudar da TV para o tablet é tão fácil e elegante na prática quando é no conceito. Ele é grande, mas por ser basicamente uma tela fina, não passa nenhuma sensação de desconforto. Ele é forte também. Tudo se encaixa perfeitamente no lugar e o peso é, no geral, bem distribuído. Mas o mais legal é que ele é, simplesmente, um belo exemplo de tecnologia nas suas mãos. Mesmo em uma tela em resolução HD – 720p –, Splatoon 2 parece lindo, e passear através da gama complexa de movimentos, com os controles laterais é mamãozinho. Eu estava me movendo, desviando e atacando com facilidade em um multiplayer local de 4×4.

Com exceção de Zelda, os jogos neste evento do Nintendo Switch eram meio fracos. Mas eles também eram todos incrivelmente, imediatamente divertidos. Ver todos eles em uma porrada só tomou um longo tempo através da live, compensando a desajeitada apresentação ao vivo do sistema. Arranjos de lançamento são sempre questionáveis de qualquer maneira. O que eu aprendi de mais crucial a respeito do Switch é que o hardware é de alta qualidade, um ótimo equilíbrio entre brinquedo e tecnologia. É algo que eu quero continuar usando. Eu quero carregar comigo e jogar com ele em um avião. Quero conectar a uma TV e jogar com um Pro Controller, um Pro Grip ou com um Joy-Con sozinho. Quero mais jogos estranhos para explorar o Joy-Con. Eu não pude usar alça de apoio traseira por questões de segurança, mas eu imagino que eu vá fazer isso também. Eu, desesperadamente, eu quero ir para New Donk City. Com um Nintendo Switch, eu quero acreditar. Agora me dá mais jogos!

O que vocês acharam das impressões do autor do texto?  Vocês também ficaram mais animados para experimentar o console?  Deu curiosidade de saber o que vai estar presente na segunda parte?  Comenta aí!